13/07/11

Consultores...

“…a solução não é mais que importar o conhecimento empírico daqueles que gravitam em redor da carne podre (consultores). Eis que é triste.”

Proféticas palavras Sr. Ferro, qual Moisés de jarreteiras a apontar o caminho da redenção, mas o lugar comum que obriga a juntar-te a eles se não os consegues vencer, já vitimou dois apóstolos originais.

Um admirável novo mundo, misto de terra média e base de partida para os antípodas, acaba por me levar no canto da sereia. Estou estranhamente animado, ciente de todos os desafios e perigos, mas cheio de curiosidade de tudo o que vou viver, continuar a viver. Dois anos de mudanças, voltas, revoltas, cabriolas, e no momento em que tudo parece atingir o mix perfeito, o salto.

The leap of faith, o tão desejado salto, o all-in, à minha frente, não havia nada a fazer. A paixão foi, como sempre é, ou devia ser, arrebatadora, as decisões foram simples, depois de ter colocado no terreno todo o saber de investigação para compreender se a nova casa era tudo o que prometia, seguir em frente era a opção.

Foi bom voltar a sentir que, por vezes, podes fazer a diferença porque és a pessoa certa para o projecto, para a ideia. Precisava desta mudança, e era necessário aqui, neste projecto, nesta ideia. Aqui está o tal valor reclamado durante tanto tempo. A dúvida foi-se, agora confirmo aquilo que suspeitava, ainda existem projectos onde podes fazer a diferença.

Próximos capítulos se seguirão.

Consultores...

“…a solução não é mais que importar o conhecimento empírico daqueles que gravitam em redor da carne podre (consultores). Eis que é triste.”

Proféticas palavras Sr. Ferro, qual Moisés de jarreteiras a apontar o caminho da redenção, mas o lugar comum que obriga a juntar-te a eles se não os consegues vencer, já vitimou dois apóstolos originais.

Um admirável novo mundo, misto de terra média e base de partida para os antípodas, acaba por me levar no canto da sereia. Estou estranhamente animado, ciente de todos os desafios e perigos, mas cheio de curiosidade de tudo o que vou viver, continuar a viver. Dois anos de mudanças, voltas, revoltas, cabriolas, e no momento em que tudo parece atingir o mix perfeito, o salto.

The leap of faith, o tão desejado salto, o all-in, à minha frente, não havia nada a fazer. A paixão foi, como sempre é, ou devia ser, arrebatadora, as decisões foram simples, depois de ter colocado no terreno todo o saber de investigação para compreender se a nova casa era tudo o que prometia, seguir em frente era a opção.

Foi bom voltar a sentir que, por vezes, podes fazer a diferença porque és a pessoa certa para o projecto, para a ideia. Precisava desta mudança, e era necessário aqui, neste projecto, nesta ideia. Aqui está o tal valor reclamado durante tanto tempo. A dúvida foi-se, agora confirmo aquilo que suspeitava, ainda existem projectos onde podes fazer a diferença.

Próximos capítulos se seguirão.

05/12/08

Written on the wall

You've got the numbers,
we've got the guns!

30/10/08

Candidatura...

Assunto: Candidatura Especial


O texto que se segue foi escrito por um candidato numa selecção de pessoal na Volkswagen. A pessoa foi aceite, pela sua criatividade e sensibilidade.


"Já fiz cócegas à minha irmã só para que deixasse de chorar, já me queimei a brincar com uma vela, já fiz um balão com a pastilha que se me colou na cara toda, já falei com o espelho, já fingi ser bruxo.

Já quis ser astronauta, violinista, mago, caçador e trapezista; já me escondi atrás da cortina e deixei esquecidos os pés de fora; já fiquei debaixo do chuveiro até fazer chichi.

Já roubei um beijo, confundi os sentimentos, tomei um caminho errado e ainda sigo a caminhar pelo desconhecido.

Já rapei o fundo da panela onde se cozinhou o creme, já me cortei ao fazer a barba muito apressado e chorei ao escutar determinada música no autocarro.

Já tentei esquecer algumas pessoas e descobri que são as mais difíceis de esquecer.
Já subi às escondidas até ao terraço para agarrar estrelas, já subi a uma árvore para roubar fruta, já caí de uma escada.

Já fiz juramentos eternos, escrevi no muro da escola e chorei sozinho na casa de banho por algo que me aconteceu; já fugi de minha casa para sempre e voltei no instante seguinte.

Já corri para não deixar alguém a chorar, já fiquei só no meio de mil pessoas sentindo a falta de uma única.

Já vi o pôr-do-sol mudar do rosado ao alaranjado, já mergulhei na água límpida de uma piscina não querendo sair de lá nunca mais, já bebi whisky até sentir os lábios dormentes, já olhei a cidade de cima e nem mesmo assim encontrei o meu lugar.

Já senti medo da escuridão, já tremi de nervos, já quase morri de amor e renasci novamente para ver o sorriso de alguém especial, já acordei a meio da noite e senti medo de me levantar.

Já apostei que podia correr descalço pela rua, gritei de felicidade, roubei rosas num enorme jardim, já me apaixonei e pensei que era para sempre, mas era só um meio 'para sempre'.

Já me deitei na relva até de madrugada e vi o sol substituir a lua; já chorei por ver amigos partir e depois descobri que chegavam novos amigos e que a vida é um ir e vir permanente.

Foram tantas as coisas que fiz, tantos os momentos fotografados pela lente da emoção e guardados nesse baú chamado coração...

Agora, um questionário pergunta-me, grita-me no papel:
'- Qual é a sua experiência?'

Essa pergunta fez eco no meu cérebro.
'Experiência.... 'Experiência...

Será que cultivar sorrisos é experiência?

Agora... agradar-me-ia perguntar a quem redigiu o questionário:

- Experiência?! Quem a tem, se a cada momento tudo se renova???....."

28/10/08

O que está a acontecer?...

Estou confuso, fragilizado talvez.
Não percebo o que se passa em meu redor, será que perdi o léxico que me interpreta a realidade em que estou submergido?
Todos agem como formigas laboriosas, sem no entanto ter a mesma organização, método, objectivo, sentido de dever. Apenas se mexem de um lado para o outro, por carreiros invisíveis,


A expressão "baratas tontas" tem finalmente a sua demonstração na realidade.

15/09/08

Saudades do futuro.

Dois anos volveram, plenos de altos e baixos (mais baixos que altos para ser honesto) e eis que sinto a necessidade de refazer o tempo perdido, o tempo não registado neste poderoso depósito de mágoas, medos, pequenas vitórias, insignificâncias, simplicidades que formam aquilo a que pretensamente chamamos vida.

Tudo mudou e nada se alterou.

Os três amigos viraram a sua sorte do avesso, prova final do seu mérito e valor incalculável.
A unidimensionalidade dos olhos que nos avaliam, que nos classificam nessa horrível coluna dos custos, do mal a abater, do tumor a excisar, prova-se todos os dias míope - será que se pode considerar um caso severo de cegueira, deveremos continuar a deixar o cego conduzir a carroça?
Essa inabilidade avalia-nos em pouco, perto de nada, sistematicamente reduz ao nada o carácter, o potencial de cada qual. Seremos realmente tão pouco, tão frágeis?

Sei que não. Nem preciso de o provar. Estes dois anos demonstraram que a cegueira impera apenas numa área muito circunscrita, mínima.

Um muda para a velha Albion e multiplica o seu valor - pelo menos o medido pelo vil metal, e pela consideração que por ele demonstram. Amigo, para junto de ti irei, em breve quem sabe…
Outro sai mas não vai longe, afinal faz falta sim senhor, não vá por aí, venha cá que precisamos de si, você afinal é alguém que queremos apostar, você é muito importante.
Um resistente sobra, a lutar com a repulsa e os movimentos peristálticos que lhe assaltam as entranhas ao tolerar a besta. Mas afinal a besta, apesar das costas quentes, apesar da faca e do queijo na mão, não vale nada. Afinal a besta tem medo do tal pequeno e fraco. O fraco sente que afinal não vale apenas aquilo que lhe dizem que vale. Começa o crescimento, avolumam-se as apostas, arriscam-se investimentos, esperam-se resultados. A promessa está aí, está a começar a dar cartas.

Os três amigos viraram a sua sorte do avesso, prova final do seu mérito e valor incalculável.

Mas alguém algumas vez duvidou deles?!

Que os sorrisos comecem a brotar em tão brutas feições, a vida apresenta-se em todo o seu desafio e esplendor, venham mais dificuldades que estas estão quase gastas. Quanto mais duro for o caminho... mais doridos os passos dados. E depois, qual é o problema?

12/04/06

Ai saudade.....

Pois que passa quase um ano, em que a libertação das mentes de uma equipa que ocorreu neste espaço.
Alguns devem ter pensado, "o que terá calado essas mentes profundas que gritavam de asfixia", pois a morte era quase certa, mas não, o treino e a habilidade de transformar a bílis da besta A.C. (666) em oxigénio permitiu vaguear pelo limbo da existência corporativa até aos dias de hoje.
A necessidade obriga a libertar mais uma bandeira de um castelo que muda de cores e até de nome, mas que no interior continua podre, anárquico, ambíguo e corrupto. Como é possível deixar que tal feudo seja exposto ao resto do reino com tanta transparência que equipara-se ao nevoeiro que em tempos engoliu o "Rei", ouve-se ecoar que 3856 "oiros" é o prémio que os fieis lacaios e aias levam para os seus aposentos após tamanha provação neste castelo.
Que vil mentira.
Estamos em tempo de sacrifício mas de esperança, pois estes que aqui andam conseguem transformar qualquer "merda" numa bóia de salvação.......

.........Sei que não estou sozinho neste mar.

09/05/05

Pairam...

Agora que foram abertas as portas da liberdade de expressão aos demais frustrados companheiros do dia cá vai algo para comentar/reflectir.

Como tudo começou na "Génesis da Avaliação" nada melhor para dar continuidade se não o rebaixar continuo da nossa entidade empregadora que submete os seus lacaios a provações épicas, testes que primam por apurar que somos uma nula existência e que a solução não é mais que importar o conhecimento empírico daqueles que gravitam em redor da carne podre (consultores). Eis que é triste.

Se não vejamos somos presenciados com alguém que por si já é um daqueles seres que pairam sobre nós, e que nos fazem acreditar que temos que deitar abaixo a muralha que nos é colocada todos os dias com os "palitos" que nos dão, "a vida é bela" dizem, "não desanime" , como não se pode desanimar quando se atravessam 5 séculos de caminho tortuoso e sem receber os 2 contos cada vez que se passa pela casa da partida. Bahhhhhhhhh..... balelas acordem e entreguem esta mer........ toda ao “bandido” de uma vez por todas.

27/01/05

O Génesis

No inicio não havia nada. Depois aconteceu a avaliação e tudo começou.

Eis que a bela boceta de Pandora se abre e todos os males d'ela jorram.

Assim foi o Génesis deste Blog.